Um grupo de pesquisadores da universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, nos Estados Unidos, resolveu contestar a ideia de que as pessoas ficam mais felizes por fazerem mais sexo!

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Foram 64 casais – todos heterossexuais e casados – que participaram de forma voluntária da pesquisa que consistiu em duas fases: a primeira foi um questionário mais generalista e abrangente, com perguntas sobre a frequência com que faziam sexo, suas percepções do quão boa era a relação e se eles estavam felizes de forma geral.

Na segunda fase, foi solicitado à metade desses casais – escolhidos de forma randômica – para que dobrassem a quantidade de vezes que faziam sexo durante 90 dias. Isso significa que se o casal respondeu que se relacionava uma vez por semana, por exemplo, deveria passar a duas vezes no mesmo período.

Para acompanhar o progresso dos casais, todos deveriam preencher um formulário online diariamente, a respeito da quantidade e da qualidade do sexo do dia anterior e também sobre como eles estavam se sentindo.

Enquanto uma parte dos casais selecionados para o aumento da frequência conseguiu efetivamente dobrá-la, o aumento ficou em uma média geral de 40%.

George Loewenstein, professor de Psicologia na universidade e responsável pelo estudo, disse que “parece que, se você fizer sexo por qualquer outra razão que não seja porque você gosta e quer, você pode prejudicar a qualidade da relação e também do seu humor”.

Isso porque, apesar do aumento na quantidade, os casais não se sentiram mais felizes de fato. Na verdade, o entusiasmo e a energia dessas pessoas até caiu um pouco, junto com a qualidade do sexo, já que para elas esse aumento “forçado” não era legal.

Essa foi uma evidência que contrariou pesquisas anteriores que diziam que quanto maior a quantidade de sexo, mais feliz a pessoa é – uma delas, feita por economistas, chegou a dizer que aumentar a quantidade de relações de uma vez por mês para uma vez por semana era equivalente a ter 50 mil dólares a mais na conta bancária.

Ao que tudo indica, essas pesquisas não levaram em consideração o simples fato de que não basta fazer, mas é necessário estar disposto e gostar de sexo para que os impactos positivos realmente aconteçam.

Sendo assim, se existe realmente alguma relação entre as duas coisas, não é a quantidade de sexo que importa, mas sim a qualidade.

Um grupo de pesquisadores da universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, nos Estados Unidos, resolveu contestar a ideia de que as pessoas ficam mais felizes por fazerem mais sexo!



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